A Justiça de Marília manteve preso o homem condenado por agredir, desacatar e resistir à ação de dois policiais militares. O caso aconteceu durante o feriado de 9 de Julho, no Jardim Universitário, zona oeste da cidade.
O juiz Paulo Gustavo Ferrari, da 2ª Vara Criminal, proferiu a sentença. Segundo o processo, um policial e uma policial foram chamados para atender uma denúncia de perturbação do sossego. Assim que chegaram ao local, o acusado saiu da casa exaltado e passou a ofender e ameaçar os agentes com xingamentos.
Logo depois, ele partiu para a agressão, empurrando e desferindo socos contra os policiais. Durante a imobilização, um dos PMs sofreu fratura no osso do metacarpo esquerdo e precisou se afastar do trabalho por 40 dias.
O boletim de ocorrência, o laudo médico e os depoimentos confirmaram as agressões. As declarações dos policiais foram firmes e coerentes. Já a versão do réu — de que teria sido agredido injustamente — não encontrou provas que a sustentassem.
O juiz aplicou penas distintas: um ano e nove meses de reclusão por lesão corporal grave qualificada, dois meses e 21 dias por resistência e oito meses por desacato. Preso desde julho, o homem continuará detido.
Na sentença, o magistrado negou o pedido de liberdade. Ele afirmou que a prisão é necessária para “resguardar a ordem pública diante da gravidade dos fatos e da periculosidade do agente”. Dessa forma, o réu seguirá no sistema prisional até nova decisão.







